1 Reformular a estratégia de mão de obra: Traduzir a estratégia corporativa e operacional em escolhas sobre capacidades, competências, modelos de execução, parcerias, industrialização e tecnologia. 2 Desenhar o modelo futuro: Construir cenários e definir como MOP, EMP, modelos híbridos, parceiros especializados, mecanização, off\-site e outras tecnologias devem se combinar. 3 Realizar benchmarks estratégicos: Investigar práticas de construtoras e de outros setores, identificando modelos de contratação, produtividade, flexibilidade, formação profissional, gestão de parceiros e adoção tecnológica que possam ser adaptados à realidade da companhia. 4 Construir o modelo decisório: Desenvolver critérios, variáveis, pesos, regras e alçadas para orientar quando internalizar, terceirizar, operar de forma híbrida, desenvolver parceiros ou substituir trabalho por tecnologia. 5 Identificar necessidades futuras: Projetar competências, capacidades, dados, sistemas, processos, estruturas e parcerias necessários para viabilizar a estratégia. 6 Estruturar modelos e soluções: Transformar conceitos em matrizes, metodologias, políticas, business cases, pilotos e recomendações aplicáveis por atividade, região e tipologia de obra. 7 Conduzir estudos estratégicos: Analisar tendências demográficas, escassez de profissionais, evolução de custos, produtividade, disponibilidade regional, riscos trabalhistas e transformação tecnológica. 8 Desenhar pilotos e validar hipóteses: Estruturar testes controlados, definir critérios de sucesso, interpretar resultados e recomendar expansão, ajuste ou descontinuidade. 9 Apoiar decisões executivas: Produzir recomendações fundamentadas, cenários e análises de sensibilidade para os fóruns de decisão. 10 Transferir o modelo para a organização: Documentar métodos, critérios e premissas e preparar as áreas responsáveis para operar, revisar e atualizar o modelo após sua implantação.